sexta-feira, 14 de setembro de 2012

TRABALHO DE FILOSOFIA E SOCIOLOGIA- III UNIDADE

               A VISAO POLITICA DO ESTAO SEGUNDO PLATAO


 INTRODUÇÃO
Na atualidade a compreensão da política como pertencente a existência humana é algo que se faz mais necessário a cada instante, pois, não pode o homem habitar num mundo ao qual seja instrumento, mas sim construtor do processo social.
Contudo o aprendizado necessário para o exercício da atividade política como prática coletiva, se dá mediante modelos que podem ser seguidos. Platão ao desenvolver sua teoria política aliada à vida prática, possui como referência o mundo ideal no qual a filosofia é aliada para a compreensão das formas de governo.
A possibilidade do Estado somente existe enquanto possibilidade de exercício. A concepção do ateniense não se desvincula a política da filosofia, ao contrário, ambas se complementam quando apontam o filósofo como o mais indicado a assumir o posto de governante.
As contradições existentes no pensamento de democracia existentes, devem ser vistas com base no contexto ao qual sua teoria foi concebida. Assim, o objeto central é entender o termo cidadão no seu sentido pleno. Mesmo que seja algo inalcançável, isto é, seja uma utopia.

PANORÂMICA DO PENSAMENTO PLATÔNICO
Platão nasceu em Atenas, em 427 a.C. O seu verdadeiro nome era Aristocles (nome de seu avô), e Platão era um apelido. Alguns afirmam que ele tomou esse nome pela modo amplo de seu estilo ou ainda pela largura de sua fronte.
Seu pai tinha orgulho de fazer parte da descendência do rei Crodo, e sua mãe afirmava ter parentesco com Sólon. Era, portanto, óbvio que Platão, desde a juventude, visse na política o seu ideal: a família, a inteligência e as atitudes pessoais, tudo movia naquela direção.
Aristóteles afirma que Platão foi o primeiro discípulo de Crátilo e, depois, de Sócrates. É provável que Platão freqüentou Sócrates, não para fazer da filosofia o escopo da própria vida, mas para preparar-se melhor, através da filosofia, para a vida política. Isso não fez, no entanto, que sua vida seguisse o rumo desejado.
Platão teve o primeiro contato com a vida política por volta de 404-403, momento de ascensão da aristocracia e de seus parentes, Cármides e Crítias chegaram ao poder. Os métodos usados por estes, no entanto, causaram em Platão uma experiência decepcionante e amarga.
Em 360, após a morte de Sócrates e de se manter afastado da vida pública, retorna a Atenas onde permanece na direção da Academia até 347, ano de sua morte.
Seus escritos somam ao todo o número de 36 obras; as quais no decorrer nos deteremos em alguns deles, que consideramos relevantes para a efetivação de nossas pesquisas.

A última classe de escritos são os de Platão velho, como por exemplo, o livro das Leis. Aqui o filósofo desce das alturas de sua especulação metafísica, para se preocupar de problemas do mundo concreto e da vida política e moral quotidiana. Em suma, uma ocupação mais intensiva com a realidade terrestre. Nesse sentido Platão empreende uma espécie de harmonização de seu próprio pensamento com os de outros, uma atitude intermediária com relação aos diversos sistemas filosóficos. As ciências naturais ocupam maior espaço, principalmente a especulação matemática dos pitagóricos fascina o velho Platão. O problema das idéias se torna, grandemente, um problema de predicação lógica. A forma geral desses diálogos é, em geral, mais sóbria que a dos escritos anteriores.
 Para compreender a filosofia de Platão, cumpre localizá-la em seu ambiente conatural: impasse da especulação filosófico-metafísico com os eleatas e Heráclito (soluções oposta insuficientes, por falta de distinção, no próprio domínio do ser). Cumpre, então, ligar todo este impasse à personalidade de Platão poeta. Daí o caráter dogmático da metafísica platônica; o menosprezo pela realidade material que se opõe num dualismo, ao ser das idéias; daí também a preocupação de uma fundamentação da mesma base sólida inabaláveis (contra o hedonismo dos sofistas); daí a problemática do conhecimento certo (contra cepticismo estéril da sofística); daí a busca quase fanática da verdade como único valor

O Mundo Material na Filosofia Platônica
No primeiro grupo de seus escritos Platão nem menciona a realidade material como problema, a não ser uma única vez, no Crátilo, onde ele condena o Heraclitismo, dizendo que os criadores da linguagem deram nomes às coisas materiais e transpondo a sucessão de seus pensamentos e de suas imaginações para a realidade material. De resto, Platão fala da realidade concreta, sempre num contesto antropológico ou moral, para exemplificar ou para corroborar seu ponto de vista.

O Mundo das Idéias
No Banquete, Platão, indagando a natureza do amor, elabora uma concepção do mundo que culmina no belo em si. Já não se trata apenas de um fenômeno geral, chamado belo (equivalente mais ou menos a um conceito abstrato), mas de um ser que é sempre, não nasce nem perece, não aumenta nem diminui, não se chama belo apenas segundo algum aspecto ou em algum dado momento, ou em um determinado lugar somente; não consiste em determinada relação a certas pessoas, para as quais é belo, sendo feio para outros; não pode ser representado pelos sentidos, nem existe apenas no pensamento ou nalguma ciência não se acha em nenhum outro, quer em algum vivente, quer na terra, quer no céu, ou em outro lugar qualquer; mas é ele mesmo, segundo seu próprio modo estando só consigo mesmo. Um ser que permanece idêntico. O singular, concreto, é a negação de todas as qualidades acima (embora Platão não diga tão expressamente, limitando-se a afirmar que o mundo material é imagem desse belo em si de que participa de tal maneira, que o belo em si não sofre aumento, nem diminuição, nem é afastado de forma alguma por uma participação).
A Concepção Platônica de Homem
No diálogo intitulado Fédon, o filósofo estuda de modo extenso as relações que existem entre a alma e o corpo[10], não que ele tenha um interesse nestas relações, mas sim com o feito de provar a imortalidade da alma. Segundo, este diálogo, Platão expõe que a alma é destinada a dominar, e o corpo a servir. O corpo é, aliás, considerado, como algo de pouco valor, e se a alma lhe dá a vida e o utiliza como instrumento, isto resulta, em última análise, em prejuízo desta mesma alma. Muitas vezes o corpo se revolta contra a hegemonia da alma, se bem que muitas vezes sem sucesso; os processos vitais não podem deixar de serem governados pela alma.
Platão ilustra, com um exemplo, como a alma preside à vida orgânica: um tecelão durante a sua vida tece para o seu uso uma série de roupas, as quais ele gosta, sucessivamente, sendo que ele mesmo permanece e sobrevive a todas elas. Assim a alma tece sempre de novo a veste corruptível que é o seu corpo

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II A CONCEPÇÃO POLÍTICA EM PLATÃO
A,oral do homem platônico é uma moral sobretudo política. Este tipo de concepção de Platão se deu devido o fato de sua juventude ter sido marcada pelo Fenômeno conhecido como "polís", ou seja, o homem para Platão é o cidadão, que vive e participa da sociedade política.
Portanto a política sempre ocupar[a um lugar de destaque na vida do filósofo: "... passei por experiência comum a muitos e me decidi firmemente a uma coisa: apenas em condição de dispor da minha vontade, logo dedicar-me à vida política.O contexto em que viveu Platão foi um contexto onde a corrupção, não somente na cidade de Atenas, mas em todas as cidades do mundo grego. Este tipo de corrupção a liado a uma injustiça crescente da vida política de Atenas, contribuíram para que Platão fomentasse dentro de si o desejo de propor uma nova forma e concepção política, onde a justa medida, governasse a vida de todos os cidadão da pólis.

O "Justo Meio" e a Arte Política
Como já nos referimos antes, a ciência do político coincidia com o conhecimento supremo do Bem e das Idéias e, portanto, da filosofia.
Segundo Platão há dois modos de proceder na medida, que são dois critérios diversos. "Há a medida que tem como base a relação recíproca de grande -pequena, longo-curto, excesso-defeito, e é uma medida de caráter matemático. Há porém a medida segundo a essência que é necessária à geração" [17]. Ou seja, a medida que tem como base o justo meio ou a medida justa, a saber, as Idéias ou essências das coisas, e essa é uma medida que podemos chamar Axiológica, porque se refere a valores ideais (as qualidades) e não a puras quantidades. Este gênero de medida constitui, uma clara superação do pitagorismo, inteiramente análoga à que foi levada a cabo com relação ao eleatismo, com a introdução do "não-ser" como "diverso".
O justo meio para Platão, ou melhor dizendo, a justa medida, é oque colocará na administração da pólis a noção do que deve ser melhor oferecido para os cidadão, isto é, ela dará ao filósofo administrador o conhecimento capaz de evitar a injustiça e a corrupção, pois uma vez que o administrador, é um filósofo, que possui o instrumental da filosofia, este será guiado pela ética para o estabelecimento de valores que estarão dispostos da mesma maneira que as idéias em seu mundo, portanto estarão disposta segundo uma hierarquia de valores dos mais elevados decrescendo até os menos elevados que poderão orientar o melhor caminho para a realização plena da pólis e dos cidadãos.

Estado Ideal
A obra República pode estar na contribuição entre ética e política. Seu objetivo é a 'justiça' ou o 'Estado Ideal'? Do ponto de vista de Sócrates e Platão, não há distinção, a não ser por simples conveniência, entre moral e política. As leis do direito são as mesmas para as classes e para os indivíduos. Mas deve-se acrescentar que essas leis são, antes de tudo, leis de moral pessoal: assim se considera que a política está fundada sobre a ética, não a ética sobre a política.

Estado Ideal
A obra República pode estar na contribuição entre ética e política. Seu objetivo é a 'justiça' ou o 'Estado Ideal'? Do ponto de vista de Sócrates e Platão, não há distinção, a não ser por simples conveniência, entre moral e política. As leis do direito são as mesmas para as classes e para os indivíduos. Mas deve-se acrescentar que essas leis são, antes de tudo, leis de moral pessoal: assim se considera que a política está fundada sobre a ética, não a ética sobre a política.

ALUNOS DO 1(PRIMEIRO)ANO D
LUCIANO;LUCIENE,ELENICE,TAIS,TAINARA,DANIELA,REINALDO,GEAN,CASSIANA,NILDE.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

sábado, 25 de agosto de 2012

PROPOSTAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O MUNICÍPIO DE ÁGUA FRIA, DESENVOLVIDAS PELOS ESTUDANTES DO COLÉGIO ESTADUAL JOÃO DURVAL CARNEIRO, NAS DISCIPLINAS FILOSOFIA E SOCIOLOGIA, PARA VÁRIOS SEGMENTOS - EDUCAÇÃO, SAÚDE, ESPORTES, CULTURA, LAZER, ETC.

COM A FINALIDADE DE INTERFERIR DE FORMA INDIRETA MAS EFICAZ NAS DECISÕES POLÍTICAS DO MUNICÍPIO DE ÁGUA FRIA, A PROFESSORA MÔNICA FERREIRA DOS SANTOS, NAS DISCIPLINAS SOCIOLOGIA E FILOSOFIA, REALIZANDO REFLEXÕES ACERCA DE TEMÁTICAS COMO GOVERNO, ESTADO, PODER, DEMOCRACIA, ENTRE OUTROS, SOLICITOU DOS ALUNOS DOS PRIMEIROS, SEGUNDOS E TERCEIROS ANOS DO TURNO DIURNO, QUE ELABORASSEM, EM GRUPO, UM CONJUNTO DE PROPOSTAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS EM AMPLOS SETORES DA VIDA SOCIAL, O QUE FOI FEITO A CONTENTO. DIANTE DO QUE FOI PRODUZIDO, VERIFICOU-SE A NECESSIDADE DE DIVULGAR O CONTEÚDO DAS PROPOSTAS NO MUNICÍPIO, TANTO NESTE BLOG QUANTO JUNTO AOS CANDIDATOS A PREFEITO NESTE PLEITO, JÁ QUE, DESTE MODO, SENDO ELEITOS QUALQUER UM DOS DOIS , PODERÃO INCLUIR AS REFERIDAS PROPOSTAS PARA EXECUTÁ-LAS, VEZ QUE SE TRATAM DE QUESTÕES QUE FAVORECEM
À COLETIVIDADE E ASSEGURARAM UM PROGRAMA DE GOVERNO EXEQUÍVEL E ABRANGENTE. 
AQUI, POIS, PASSAMOS À DIVULGAÇÃO DO QUE FOI PRODUZIDO PELOS ESTUDANTES, POR TÓPICOS: EDUCAÇÃO, SAÚDE, ESPORTES, CULTURA, ECONOMIA, INFRAESTRUTURA, LAZER, ECOLOGIA, HABITAÇÃO, URBANIZAÇÃO, INDÚSTRIA, ETC.

PROPOSTAS PARA O SETOR DA EDUCAÇÃO:

1. REFORMA NAS ESCOLAS DA SEDE E DAS COMUNIDADES RURAIS, NA ESTRUTURA FÍSICA, ADAPTANDO-AS PARA ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS ( BANHEIROS E ENTRADA DAS ESCOLAS), BEM COMO AQUISIÇÃO DE RECURSOS AUDIOVISUAIS, COMPUTADORES COM ACESSO À INTERNET, BIBLIOTECAS E QUADRAS POLIESPORTIVAS COM COBERTURA E COM VESTIÁRIOS FEMININOS E MASCULINOS.

2. DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS EDUCATIVOS PERMANENTES, COMO EDUCAÇÃO PARA A SUSTENTABILIDADE; ECOLOGIA; PRESERVAÇÃO AMBIENTAL; EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO; COMBATE ÀS DROGAS, ENTRE OUTROS.

3. CRIAÇÃO DE CURSOS SEMI-PROFISSIONALIZANTES EM: PEDREIRO, ENCANADOR, ELETRICISTA RESIDENCIAL, MARCENARIA, MECÂNICA DE AUTO, PINTOR RESIDENCIAL, ETC.

4. CRIAÇÃO DE CURSOS NOTURNOS DE ALFABETIZAÇÃO, PARA JOVENS E ADULTOS, NAS COMUNIDADES RURAIS.

5. CRIAÇÃO DE CURSO TÉCNICO PROFISSIONALIZANTE GRATUITO, DE NÍVEL MÉDIO.

6. TRANSPORTE GRATUITO, COLETIVO E DE BOA QUALIDAE PARA MORADORES DO MUNICÍPIO QUE ESTUDAM OU CURSAM ENSINO MÉDIO E/OU SUPERIOR EM OUTROS MUNICÍPIOS.

7. CONSTRUÇÃO DE CENTRO DE CULTURA, ESPORTE E LAZER, COM QUADRA POLIESPORTIVA COM COBERTURA E BANHEIROS E VESTIÁRIOS FEMININO E MASCULINO; COM SALAS MULTIFUNCIONAIS ( PARA CURSOS, REUNIÕES, PALESTRAS, ETC.); INFOCENTRO; PISCINA OLÍMPICA; PISTA PARA CICLISMO; AUDITÓRIO; CEDETECA; BIBLIOTECA, REUNIDOS NUM ÚNICO ESPAÇO PÚBLICO (AMBIENTE) DO MUNICÍPIO, NA SEDE DESTE.

8. AMPLIAÇÃO DO ACERVO BIBLIOGRÁFICO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL, COM ACESSO  A COMPUTADORES COM INTERNET, PARA A MELHORIA DAS PESQUISAS.

9. MELHORAR A QUALIDADE DA MERENDA ESCOLAR E DIVERSIFICAR O CARDÁPIO SEMANAL DA MESMA.

10. REALIZAR ENCONTROS E EVENTOS ENTRE PROFESSORES E ESTUDANTES E ESTUDANTES DESTE E OUTROS MUNICÍPIOS, EM ATIVIDADES DE LAZER, ESPORTE E CULTURA, COM CRONOGRAMA DEFINIDO.

11. PROMOVER CURSOS DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES DO MUNICÍPIO EM TODAS AS ÁREAS DO CONHECIMENTO, PARA A MELHORIA DO ENSINO BÁSICO.

12. CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS QUALIFICADOS PARA DESENVOLVER ATIVIDADES PERMANENTES EM ESPORTES, DANÇA, TEATRO, MÚSICA, CAPOEIRA, ARTESANATO, ETC.

13. MELHORAR E AMPLIAR O ATENDIMENTO GRATUITO NA ÁREA DA INFORMÁTICA, NO JÁ EXISTENTE CENTRO DE CIDADANIA DIGITAL DO MUNICÍPIO, INCLUINDO A CONTRATAÇÃO DE PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS.

14. ORGANIZAR VIAGENS EDUCATIVO-CULTURAIS A CENTROS HISTÓRICOS, MUSEUS, ÁREAS DE ECOSSISTEMAS DIVERSIFICADOS, COM ESTUDANTES DAS ZONAS URBANA E RURAL, NO ESTADO DA BAHIA.

15. CRIAR CURSOS GRATUITOS E PERMANENTES DE LÍNGUAS, COM PROFESSORES ESPECIALIZADOS EM INGLÊS E ESPANHOL, PARA CRIANÇAS E JOVENS CARENTES DO MUNICÍPIO, ENVOLVENDO OS MORADORES DAS ZONAS URBANA E RURAL.

16. AQUISIÇÃO DE NOVOS E MELHORES ÔNIBUS ESCOLARES, COM ACESSIBILIDADE A ESTUDANTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS.

17. DESENVOLVER, NA CRECHE MUNICIPAL, ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO INFANTIL PRÉ-ESCOLAR, CULTURA, LAZER E ARTES, COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS, BEM COMO EM PRÁTICAS ESPORTIVAS.



PROPOSTAS PARA TRANSPORTES, MORADIA E SEGURANÇA PÚBLICA:


1. ADQUIRIR ÔNIBUS PARA O TRANSPORTE DE MORADORES DAS LOCALIDADES RURAIS PARA A SEDE DO MUNICÍPIO, INDEPENDENTEMENTE DOS ÔNIBUS ESCOLARES.

2. AQUISIÇÃO DE NOVOS ÔNIBUS ESCOLARES E AMPLIAÇÃO DE ROTAS DOS MESMOS PARA ATENDER ÀS LOCALIDADES AINDA SEM ACESSO AOS MESMOS.

3.CONSTRUÇÃO DE MAIS CASAS POPULARES PELO PROJETO MINHA CASA MINHA VIDA.

4. CONTRATAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS PARA AUXILIAR NA RONDA PELA SEDE E ZONA RURAL DO MUNICÍPIO, COMO COOPERADORES DA POLÍCIA MILITAR.

5. SOLICITAR À SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA O AUMENTO DO EFETIVO POLICIAL PARA O MUNICÍPIO, TANTO DE POLICIAIS CIVIS QUANTO MILITARES , BEM COMO A AQUISIÇÃO DE MAIS VIATURAS.

6. INSTALAR POSTOS POLICIAIS NAS LOCALIDADES RURAIS DE MAIOR DENSIDADE POPULACIONAL E AUMENTAR AS RONDAS DE POLICIAIS EM TODO O MUNICÍPIO.

7. AQUISIÇÃO DE AMBULÂNCIAS NOVAS PARA ATENDER À DEMANDA DO MUNICÍPIO.



PROPOSTAS PARA O SETOR DA SAÚDE:


1. AMPLIAÇÃO E CRIAÇÃO DE POSTOS DE SAÚDE, COM ATENDENTES DE ENFERMAGEM CAPACITADOS E MEDICAMENTOS, PARA AS COMUNIDADES RURAIS .

2. ESTABELECER RODIZIO DE ATENDIMENTO MÉDICO NOS POSTOS DE SAÚDE DAS COMUNIDADES RURAIS.

3. CONTRATAÇÃO DE MÉDICOS ESPECIALIZADOS EM MASTOLOGIA, GERIATRIA, OBSTETRÍCIA, GINECOLOGIA, CARDIOLOGIA, UROLOGIA, ONCOLOGIA, ORTOPEDIA, ETC. PARA ATENDIMENTO REGULAR NOS POSTOS DE SAÚDE E NA MATERNIDADE DO MUNICÍPIO, BEM COMO PRESTAR SERVIÇOS NAS ÁREAS DE NUTRICIONISTA, FISIOTERAPIA .

4. AMPLIAÇÃO E/OU CONSTRUÇÃO DE HOSPITAL PÚBLICO NO MUNICÍPIO, COM ATENDIMENTO MÉDICO NAS DIVERSAS ESPECIALIDADES DA ÁREA DA SAÚDE.

5. REALIZAR CAMPANHAS DE SAÚDE PREVENTIVA NAS ESCOLAS, NAS LOCALIDADES RURAIS E NA SEDE DO MUNICÍPIO.

6. CRIAÇÃO DE CENTRO CIRÚRGICO COM EQUIPAMENTOS E MAQUINÁRIOS ESPECÍFICOS PARA A REALIZAÇÃO DE CIRURGIAS DE EMERGÊNCIA.

7. CONTRATAÇÃO DE MÉDICOS PARA ATENDIMENTO NOS POSTOS DE SAÚDE EXISTENTES.

8. AMPLIAÇÃO DO ATENDIMENTO NA DISTRIBUIÇÃO DE MEDICAMENTOS E SERVIÇOS PELA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE.

9. AMPLIAR E MELHORAR O ATENDIMENTO GRATUITO EM ODONTOLOGIA, INCLUINDO AÇÕES NAS LOCALIDADES RURAIS.

10. CRIAÇÃO E MANUTENÇÃO PERMANENTE DE TRATAMENTO E RECUPERAÇÃO PARA DEPENDENTES DE DROGAS QUÍMICAS, ATRAVÉS DE CENTRO ESPECIALIZADO.

11. AQUISIÇÃO DE MÁQUINA DE RAIO X.

12. IMPLEMENTAR A FARMÁCIA DO TRABALHADOR OU FARMÁCIA POPULAR.

13. CAPACITAR AGENTES DE SAÚDE FAMILIAR E OUTROS ATENDENTES PARA UM MELHOR TRATAMENTO PARA COM AS PESSOAS, POIS FALTAM COM O RESPEITO E OU DEMONSTRAM DESCASO NOS SERVIÇOS QUE PRESTAM À POPULAÇÃO.



PROPOSTAS PARA CULTURA, ESPORTE E LAZER:


1. CONSTRUÇÃO DE QUADRAS POLIESPORTIVAS COM COBERTURA NAS COMUNIDADES RURAIS, COM VESTIÁRIOS E BANHEIROS.

2. REFORMA DO PISO, DA ARQUIBANCADA E COBERTURA DA QUADRA POLIESPORTIVA DE ÁGUA FRIA, INCLUINDO A CONSTRUÇÃO DE BANHEIROS FEMININO E MASCULINO, COM ACESSIBILIDADE A PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS.

3. REFORMA E APROVEITAMENTO DO PRÉDIO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DA BARRA DE ÁGUA FRIA, PARA DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES CULTURAIS COMO CURSOS, CRIAÇÃO DE MUSEU DA CIDADE, REALIZAÇÃO DE OFICINAS DE ARTES, ETC.

4. CONSTRUIR PARQUES E JARDINS INFANTIS, COM BRINQUEDOS ADEQUADOS PARA CRIANÇAS, EM COMUNIDADES RURAIS E NOS BAIRROS DA CIDADE DE ÁGUA FRIA.

5. CRIAR CURSOS GRATUITOS E PERMANENTES DE DANÇA, MÚSICA, ARTESANATO, CAPOEIRA, JUDÔ, KARATÊ, VOLEIBOL, FUTEBOL, BASQUETEBOL, TEATRO E OUTROS, PARA TIRAR CRIANÇAS E JOVENS DAS RUAS E DE SITUAÇÕES DE RISCO.

6. PROMOVER E INCENTIVAR ATIVIDADES PERMANENTES DE ARTE E CULTURA PARA AS PESSOAS DA TERCEIRA IDADE.

7. APOIAR E INCENTIVAR AS ARTES POPULARES DOS MORADORES DO MUNICÍPIO, COMO O FORRÓ-PÉ-DE-SERRA, O SAMBA -DE-RODA E OUTROS.

8. CRIAÇÃO DE UM CENTRO DE CULTURA, ESPORTE E LAZER, CONSTANDO NUM ÚNICO ESPAÇO AMBIENTAL UMA ESTRUTURA FÍSICA QUE PERMITA DIVERSIFICADAS ATIVIDADES COMO: PISTA PARA SKATE; PISTA PARA CICLISMO; PISCINA OLÍMPICA; BIBLIOTECA; INFOCENTRO; CEDETECA; ARTES MARCIAIS; GINÁSTICA E ATLETISMO; QUADRA POLIESPORTIVA COBERTA E COM VESTIÁRIOS FEMININO E MASCULINO, TUDO COM ACESSIBILIDADE PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS E PARA IDOSOS.

9. MELHORAR E DIVERSIFICAR AS ATIVIDADES DO PROJOVEM ADOLESCENTE, COM A CONTRATAÇÃO DE PROFESSORES ESPECIALIZADOS.

10. CRIAR CURSOS DE CULINÁRIA, BARBEIRO, MANICURE, CONGELAMENTO DE ALIMENTOS, INFORMÁTICA, ETC., PARA PESSOAS DE BAIXA RENDA, AFIM DE GARANTIR A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE VIDA.

11. GARANTIR O ACESSO DE MATERIAIS ESPORTIVOS E DE LAZER, NOS CENTRO DE CULTURA, NO PROJOVEM E OUTROS PARA A POPULAÇÃO, PARA PESSOAS CARENTES DO MUNICÍPIO.

12. AMPLIAR A CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA DO AÇUDE DE ÁGUA FRIA, PARA TRANSFORMÁ-LO NUM ESPAÇO PÚBLICO DE LAZER, COM ARBORIZAÇÃO E JARDINAGEM, COM INSTALAÇÃO DE BANCOS E ILUMINAÇÃO PÚBLICA, COM PEDALINHOS E TAMBÉM COM A CRIAÇÃO DE ALEVINOS (PEIXES) PARA A INSTAURAÇÃO DE UM POSSÍVEL PESQUE-PAGUE.

13. REFORMA E FUNCIONAMENTO DA FÁBRICA DE CASTANHAS, E INCENTIVO AO PRODUTOR RURAL NA PRODUÇÃO DO CAJU.

14. MELHORAR A FESTA DO CAJU-FEST, COM ATRAÇÕES QUE AGRADEM A TODA A POPULAÇÃO.

15. CONSTRUÇÃO DE UM CLUBE SOCIAL ADEQUADO, POSSUINDO PISTA DE DANÇA, BANHEIROS, PALCO PARA APRESENTAÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS E ACESSIBILIDADE NA ENTRADA E BANHEIROS PARA PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS.



PROPOSTA PARA URBANIZAÇÃO , MEIO AMBIENTE E SANEAMENTO BÁSICO


1. PLANTAR ÁRVORES E CONSTRUIR JARDINS E CANTEIROS EM BAIRROS DA CIDADE, EM AVENIDAS E COMUNIDADES RURAIS.

2. CRIAR PROJETO DE REARBORIZAÇÃO DA FLORA NATIVA DA REGIÃO, ENVOLVENDO ESTUDANTES E MORADORES DE BAIRROS E COMUNIDADES RURAIS.

3. INCENTIVAR A PRODUÇÃO AGRÍCOLA SEM O USO DE QUEIMADAS E AGROTÓXICOS, OFERECENDO CURSOS PARA PRÁTICAS SAUDÁVEIS NO TRATO COM O MEIO AMBIENTE.

4. CRIAR USINA DE RECICLAGEM DO LIXO, PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E AUMENTO DA RENDA DOS ENVOLVIDOS.

5. COLOCAR CAIXAS COLETORAS DE LIXO SELETIVO EM TODOS OS BAIRROS E NAS COMUNIDADES RURAIS.

6. ILUMINAR PRAÇAS, AVENIDAS E BAIRROS QUE AINDA NÃO DISPÕEM DE ENERGIA ELÉTRICA, BEM COMO ESTENDENDO ESSES SERVIÇOS À ZONA RURAL.

7. ARBORIZAÇÃO E JARDINAGEM NAS ENTRADAS DE ACESSO DO MUNICÍPIO, INCLUSIVE COM CALÇAMENTO OU ASFALTO.

8. AMPLIAR A COLETA DE LIXO PELOS CARROS DA PREFEITURA, TANTO NA ZONA URBANA QUANTO RURAL.

9. CALÇAMENTO DE TODOS OS BAIRROS DA CIDADE.

10. CONSTRUIR REDE DE ESGOTO EM TODA A CIDADE E NA ZONA RURAL.

11. CONSERTAR O CALÇAMENTO DO BAIRRO DA BARRA DE ÁGUA FRIA.

12. REFORMAR OS JARDINS DA BARRA DE ÁGUA FRIA E DE ÁGUA FRIA, COM CANTEIROS DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS.



PROPOSTA PARA ECONOMIA E INFRAESTRUTURA:


1. APOIAR E INCENTIVAR O CULTIVO DE HORTAS COMUNITÁRIAS NA SEDE E NAS COMUNIDADES RURAIS.

2. CRIAR INDUSTRIA DE RECICLAGEM DO LIXO E FORMAS DE ESCOAMENTOS DOS PRODUTOS RECICLADOS.

3. FACILITAR A INSTALAÇÃO DE PEQUENAS INDÚSTRIAS PARA O MUNICÍPIO.

4. IMPLANTAR PROJETOS DE AUTOSSUSTENTAÇÃO ECONÔMICA E COOPERATIVAS PARA PEQUENOS PRODUTORES RURAIS.

5. IMPLEMENTAR LINHA DE CRÉDITO PARA MICROEMPRESAS NA SEDE DO MUNICÍPIO.

6. CONSTRUÇÃO DE MERCADO MUNICIPAL EM ÁGUA FRIA.

7. ASFALTAR AS VIAS DE ACESSO ÁGUA FRIA-PATAÍBA, ÁGUA FRIA-LAMARÃO.

8. SOLICITAR A INSTALAÇÃO DE OUTRAS COMPANHIAS DE TELEFONIA MÓVEL PARA O MUNICÍPIO.

9. CONSTRUÇÃO DE CISTERNAS PÚBLICAS E COLETIVAS EM REGIÕES ONDE A ESCASSEZ DE ÁGUA É CONSTANTE, COM APROVEITAMENTO DAS ÁGUAS DAS CHUVAS E DA DISTRIBUIÇÃO FEITA PELA EMBASA.

10. CONTRATAR MAIS CARROS-PIPA PARA ABASTECER A ZONA RURAL.

11. FORNECER AJUDA COM TRATORES PARA A LIMPEZA DA TERRA DE CULTIVO, PARA PRODUTORES DE BAIXA RENDA.


ÁGUA FRIA, AGOSTO DE 2012











sábado, 28 de julho de 2012

INICIANDO A III UNIDADE EM SOCIOLOGIA E FILOSOFIA, COM TEXTO MOTIVADOR, POSTADO PELA PROFESSORA MÔNICA FERREIRA DOS SANTOS, TRABALHANDO O TEMA POLÍTICA

FAZER POLÍTICA: A DEMOCRACIA E O AUTORITARISMO

                                                    PAULO MEKSENAS

              Existem várias concepções sobre política. Uma das possibilidades é concebê-la como atividade humana limitada, isto é, existem pessoas que admitem o fato de que a política leva necessariamente à corrupção, à exploração de classes, às promessas e demagogia. Essa concepção não é falsa, pois orienta-se a partir da atuação de alguns personagens públicos que se utilizam da política como meio de dominação sobre as classes populares ou, simplismente, com fins de ascensão pessoal.
           Muito importante, entretanto, é perceber que a política não se resume na atuação desses personagens e nem se refere apenas às formas de governo numa sociedade. Política é uma relação social ampla: é qualquer atividade que se relaciona com o poder. Se a política envolve relações de poder, então o que significa exercer o poder?
            PODER é a capacidade do indivíduo impor seus interesses frente a outros. Assim, em nossa sociedade, várias são as pessoas que possuem poder: um pai, um professor, gerente, padre, militar e outros. A partir do momento que as pessoas tentam defender seus interesses passam a fazer política. Um padre ao questionar o poder do bispo, faz política. O aluno ao questionar o poder do professor ou da direção da escola, faz política.
                Percebemos que fazer política é defender nossos interesses frente as formas de poder. Isso é bom e necessário, pois nesse momento estamos reivindicando nosso direito à participação em decisões que muitas vezes envolvem nossas vidas. Ao contrário, entender as relações de poder como algo limitado ou negativo serve apenas para nos afastar dessas relações, dando, por consequência, espaço para que outros utilizem o poder como meio de dominação.
                 Quando assumimos a vida como uma diversidade de atos políticos descobrimos a defesa dos nossos ideais, aprendemos a questionar, participar, duvidar, exigir, transformar. Por isso, a política também envolve o debate, o esclarecimento e a conscientização das relações sociais que nos cercam. Isso, porém, não significa que a política seja uma atividade harmoniosa: o CONFLITO está na essência do ato político, pois a diversidade surge entre os indivíduos quando estes se relacionam.
                    Tal aspecto não elimina a importância do ato político, pois é a diversidade conflitiva de ideias e práticas que contribui para o próprio desenvolvimento da  DEMOCRACIA. Por isso que as sociedade autoritárias procuram sempre ocultar o conflito, criando uma falsa imagem de harmonia social e, com isso, restringem o direito ao exercício da POLÍTICA  que todos possuem. O conflito marca a diferença entre indivíduos, isso contribui para diferenciá-los da massa. O conflito personaliza, colaborando para a afirmação dos DIREITOS de cada pessoa.
                      Quanto ao significado da palavra, os gregos já utilizavam o termo POLÍTICA por volta dos séculos III e II antes de Cristo. Para esse povo, o termo em questão deriva de outro: pólis, ou seja, cidade e conjunto das atividades referentes à vida na cidade. Ora, para o cidadão grego, a Pólis era fundamental, pois era dentro dessas atividades referentes à vida urbana que surgem debates, participação, conflitos, enfim, é com a cidade grega clássica que nasce a política enquanto ideias e práticas.
                      Os limites da política na Grécia Clássica deram-se, entretanto, pelo fato dessa atividade não constituir-se num direito de todos. Eram reconhecidos cidadãos e com direito à política apenas os senhores, excluindo-se os escravos, as crianças, as mulheres e os estrangeiros.
                     O fazer política nos leva a refletir sobre a DEMOCRACIA e o AUTORITARISMO.
                     Na Grécia Clássica, a democracia é concebida inicialmente como a forma de governo do povo ou da maioria. A democracia, portanto, se contrapõe a duas outras formas: a monarquia (o
governo de um só) e a aristocracia (o governo de poucos, da minoria). Também na Grécia Antiga prevaleceu a democracia direta, ou seja, todos os cidadãos a exerciam como um direito natural. Vale salientar, entretanto, que nem todos os indivíduos eram considerados cidadãos e esse fato limita o ideal democrático grego.
                    Será na sociedade burguesa e industrial dos meados dos séculos XVIII e XIX que a democracia passa a ser concebida como um direito irrestrito. Nesse momento, nasce a ideia liberal da divisão de poderes e do exercício do poder pela representação: na impossibilidade prática de milhões de indivíduos exercerem o poder ao mesmo tempo, delega-se esse poder temporariamente a representantes eleitos pelo sufrágio universal. Assim, a democracia representativa, seja do tipo presidencialista ( o poder executivo é valorizado) ou do tipo parlamentarista (o legislativo é mais valorizado), vem a constituir-se num dos princípios básicos do LIBERALISMO e a integrar a ordem burguesa.Essa representatividade, entretanto, não é fácil de ser exercida dentro da sociedade de classes. Em nome do povo já realizaram-se na história as mais cruéis TIRANIAS.
                    Os limites da democracia representativa e liberal, entretanto, não contribuem para a descrença na democracia plena. Essa última, constituindo-se em ideal e práticas, é perseguida por amplos setores da sociedade. Nesse sentido, a luta pela democracia não se esgota na realização das eleições e do voto livre. Mais que isso, a DEMOCRACIA é a possibilidade reivindicar o direito à participação em qualquer instância social: do trabalho ao lazer, do partido à família.
                      Lutar pela democracia é lutar pela participação e autonomia. Isso implica num constante aprendizado: saber viver com as diferenças ao mesmo tempo que se partilha os bens. Saber articular a liberdade (diferenças) com a igualdade (partilha) é vencer o grande desafio para a consolidação da democracia. Lutar pela democracia é recusar AS LEIS como eternas, é ACREDITAR na capacidade humana de fazer, desfazer e refazer.
                         É preciso, por outro lado, perceber que a realização da democracia é CONSTANTE e difícil. Há o risco permanente da recusa pela sua instauração. A história está repleta de exemplos. Quando há uma luta para transformar a democracia liberal na direção da democracia plena, a reação dos liberais e conservadores torna-se imediata: instauram um REGIME AUTORITÁRIO.
                    A grande característica do AUTORITARISMO consiste na extinção dos espaços de ação política por meio da CENSURA, VIOLÊNCIA, impedindo a participação e a CONTESTAÇÃO. A sociedade autoritária é uniforme, oculta a OPOSIÇÃO e todos parecem pensar da mesma forma. Ela é um desdobramento conservador da democracia liberal, pois quando os detentores do poder sentem-se ameaçados pela DEMOCRATIZAÇÃO PLENA,  resguardam seus PRIVILÉGIOS utilizando-se da prisão, tortura, cerceando as LIBERDADES e os DIREITOS CIVIS.
                    Foi assim na ascensão do FASCISMO na Europa das décadas de 20 e 30. No Brasil durante o ESTADO NOVO (1937-45) e mais recentemente com o REGIME MILITAR instaurado após 1964. Mesmo sendo modelos diferentes de autoritarismo e com peculiaridades próprias, sempre houve nesses casos um limite à liberdade humana. Tais questões ALERTAM para a importância de PELA DEMOCRACIA CONTÍNUA, evitando as ilusões que a democracia liberal tende a nos provocar.
                   
              
                         
                                                  

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Filosofia - Argumentação, Verdade e Ser



Trabalho solicitado pela professora Mônica e realizado por Ariel Santos, 2ºA

Filosofia - Argumentação, Verdade e Ser



Trabalho solicitado pela professora Mônica e realizado por Ariel Santos, 2ºA

Verdade ou Mentira

É verdade?
Claro que é mentira!
A verdade nos inspira a mentir
A mentira nos impõe o sorrir
É mentira?
Claro que é verdade!
O sentido não faz sentido.
Nascer sem ter morrido.
É verdade?
Claro que é mentira!
Acordar sem ter dormido.
E falar sem ser ouvido.
É mentira?
Claro que é verdade!
Andar desprotegido Sem ter receio do bandido.
É verdade?
Claro que é mentira! Correr livre do pecado.
Fazer o certo sendo errado.
É mentira?
Claro que é verdade!
Você é capaz de tudo.
Mas, creia eu te iludo.
Se é verdade ou mentira
Pouco nos importa
A verdade é falsa
Quando a mentira é verdadeira
A mentira é verdade
Quando a verdade é besteira

Adilson Costa







Trabalho solicitado pela professora Mônica e realizado por Ariel Santos, 2ºA