sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O Partido Verde e suas propostas


Componentes:Ademir Mota, Caio Rodrigues, Francisco Martins, 

Igor Michell, Jaiala Pereira , Jonas Martins,Leonardo Gomes, 

Mikaele Araújo, Renata Lima.

Serie:1ª        Turma:B          Turno:Matutino      Disciplinas:Filosofia 

, Sociologia      Professora:Mônica












     






Partido Verde
Logo pv.jpg
Número no TSE43
PresidenteJosé Luiz de França Penna
Fundação1986
SedeBrasília
IdeologiaAmbientalismo, Federalismo,Sincretismo político
Centrismo
CoresVerde e Branco
SitePágina oficial do PV









Partido Verde (PV) é um partido político brasileiro. Surgiu no cenário político da década de 1980 baseado nas tendências ambientalistas em curso na Europa, tendo entre seus primeiros articuladores Fernando Gabeira, Alfredo Sirkis, Domingos Fernandes e José Luiz de França Penna. Seu código eleitoral é o 43[1] e sua cor é o verde.


História



O Partido Verde brasileiro surgiu em janeiro de 1986. Foi fundado por ambientalistas e outros ativistas de movimentos sociais, tendo como suas mais expressivas lideranças Carlos Minc, que depois voltou ao PT, Melo Viana, Fernando Gabeira, Alfredo Sirkis, Domingos Fernandes, José Luiz de França Penna; posteriormente aderiram o deputado Sarney Filho e mais recentemente, em 2009, a senadora Marina Silva.
Nas eleições municipais de 2008, o PV elegeu pela primeira vez um prefeito em uma capital brasileira, no caso a prefeita Micarla de Sousa, eleita no 1º turno com 51% dos votos, que comandaNatal, capital do Rio Grande do Norte.
Em 2009, o PV passou a ter como filiado uma importante figura, ligada à defesa do meio ambiente, Marina Silva.
Em Convenção Nacional no dia 10 de junho de 2010, Marina Silva foi lançada por consenso como candidata à presidência, tendo como o candidato a vice-presidente, o empresário Guilherme Leal.


[editar]Propostas defendidas pelo Partido


Os principais aspectos programáticos do PV são o desenvolvimento sustentável, e a diminuição da desigualdade social. Defende o pacifismo,[carece de fontes] o federalismo, o parlamentarismo, ademocracia direta e o poder local. Esses temas, porém, carecem de uma discussão profunda no partido.
Para evitar a eleição direta, sua executiva permanece provisória, apesar dos 25 anos de existência. A revisão estaturária a partir de 2011 passa a ser proposta pelo grupo interno Transição Democrática. Esse grupo, que tem Marina como referencial, propõe profundas alterações estatutárias e inclusive a participação dos filiados "em rede", pela internet, tendo criado um site para estimular essa mobilização (http://www.transicaodemocratica.com/).


Seus fundadores incluem em seu programa a legalização do casamento homossexual, legalização e descriminalização do aborto e das drogas,[2] mas a partir do ingresso de Marina Silva essa posição está sendo revista por não representar consenso na sociedade brasileira. Marina propôs que tais temas polêmicos sejam submetidos a um plebiscito, o que não ocorreu até o momento.
O partido se diz estar em uma posição no espectro político que ultrapassaria a questão "esquerda-direita",[3] com o discurso de que a visão antecipatória proposta pelo PV não está à direita nem à esquerda, mas à frente.


[editar]A representatividade do PV na política brasileira


O partido não possui grande força política no país, diferente de alguns dos seus similares europeus (como o Partido Verde da Alemanha). Por um bom tempo seu único representante no congresso Nacional era o Deputado Federal Fernando Gabeira, pelo Estado do RJ (1995-1998; 1999-2002). Após ter estado um breve período no PT, Gabeira retornou ao PV em 2005. Durante vinte e oito meses a partir de 2003, o partido constituiu a base de apoio do Governo Lula, rompendo na segunda quinzena de maio de 2005, alegando descontentamento geral com as políticas ambientais do atual governo.O Presidente Nacional do PV é o potiguar José Luiz de França Penna, que sucedeu o ex-vereador carioca Alfredo Sirkis, ex secretário municipal de meio ambiente e secretário municipal de urbanismo do Rio de Janeiro, em diferentes gestões.


[editar]Ranking da corrupção


Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, com os partidos com maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. O PV aparece em último lugar na lista, com uma cassação, empatado com Partido Humanista da Solidariedade (PHS),Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA) e Partido Republicano Progressista (PRP).[4]


[editar]Candidatura de Marina Silva


Com a influência do grupo da senadora Marina, o PV apresentou crescimento significativo em todo o país, lançando pré-candidatos ao governo em vários estados.Marina Silva foi candidata a presidenta pela sigla nas eleições de 2010 numa chapa "puro-sangue", já que o partido não fez alianças a nível nacional com outros partidos. Na Convenção oficial realizada em 10 de junho de 2010 o Partido Verde homologou sua chapa presidencial para as eleições 2010, com Marina Silva e Guilherme Leal. Além da chapa presidencial, o PV anunciou os candidatos a governador de dez Estados e o Distrito Federal. Foram confirmados os nomes dos seguintes candidatos a governador: Fernando Gabeira (RJ), Fabio Feldmann (SP), Luiz Bassuma (BA), Eduardo Brandão (DF), José Fernando Aparecido (MG), Sergio Xavier (PE), Paulo Salamuni (PR), Montserrat Martins (RS), Teresa Britto (PI), e Reynaldo Moraes (SE). Os verdes aprovaram uma moção de repudio ao relatório com alterações no Código Florestal brasileiro, apresentada nesta semana no Congresso Nacional, pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Em 3 de outubro de 2006, o Partido Verde atingira 3,6 % de votos válidos, com 3.368.560 de votos válidos. Já nas eleições presidenciais de 3 de outubro de 2010, os votos em Marina Silva contabilizaram quase 20%, sendo registrado pela imprensa brasileira e internacional como o grande responsável por levar a eleição para o segundo turno, tendo sido a candidata mais votada entre os terceiros colocados nas eleições presidenciais desde a redemocratização da Federação brasileira.


[editar]Partido Verde em São Paulo


O partido é dividido no estado em 21 bacias hidrográficas, sendo que na capital são 4 bacias - As Bacias Hidrográficas são as administrações regionais do PV no estado de São Paulo. São elas que congregam as executivas municipais do partido.
A presidente estadual do partido era Mauricio Brusadin (até a criação do movimento Transição Democrática) e o presidente municipal da capital Carlos Galeão Camacho.
Em 2011, Maurício Brusadin junto com lideranças de outros estados que se mostram afinados com Marina Silva, criou o movimento Transição Democrática (com site próprio), dedicado à democratização interna do PV. Isso lhe custou o cargo de Presidente Estadual, destituído pelo Presidente Nacional. Atualmente o cargo é ocupado por Marco Antônio M'Roz.
Esse episódio faz parte de uma luta interna que pode levar ao afastamento de todo esse grupo do PV, como já vem sendo especulado pela imprensa em junho de 2011. Logicamente esse grupo, chamado "marineros" acabou deixando do Partido.


[editar]Bancada na Câmara dos Deputados



[editar]Composição atual


DeputadosACALAMAPBACEDFESGOMAMGMSMTPAPBPEPIPRRJRNRORRRSSCSESPTO
10100000000120000001210000020

[editar]Bancada eleita para a legislatura


LegislaturaEleitos %ACALAMAPBACEDFESGOMAMGMSMTPAPBPEPIPRRJRNRORRRSSCSESPTODiferença
54ª (2011-2015)
142,73100000000120000001211000050+1
53ª (2007-2011)
132,53000010000140000000101000050+8
52ª (2003-2007)
50,97000010000010000000100000020+4
51ª (1999-2003)
10,19000000000000000000100000000

[editar]Participação do partido nas eleições presidenciais


AnoCandidato(a) a PresidenteCandidato(a) a Vice-PresidenteColigaçãoVotos %Colocação
2010Marina SilvaGuilherme Lealsem coligação19.636.35919,333º
1998Alfredo SirkisCarla Piranda Rabellosem coligação212.9840,316º
1994Luiz Inácio Lula da Silva (PT)Aloizio Mercadante (PT)PT, PSB, PC do B, PPS, PV e PSTU17.122.12727,042º
1989Fernando GabeiraMaurício Lobo Abreusem coligação125.8420,1718º

[editar]Deputados federais eleitos em 2006



[editar]Deputados estaduais eleitos em 2006

[editar]Obras sobre o Partido Verde e/ou política ecologista


  • CARNEVALE, Fabiano. Pétalas do Girassol: identidades e práticas dos partidos ecologistas. Monografia de fim curso, UERJ, 2006. Pode ser baixado aqui.
  • PÁDUA, J. A.. O nascimento da política verde no Brasil: fatores exógenos e endógenos." In: LEIS, Hector R. (Org.). Ecologia e política mundial. Vozes, 1991.
  • RABÓCZKAY, Tibor. Repensando o partido verde brasileiro. Ateliê, 2004.
Opinião crítica

  • LOUZEIRO, J. Partido Verde - O clube dos amigos (Com dinheiro do Fundo Partidário). Altadena, 2008.


Referencias

























































































































































































































































































































































































































































































































Jagunços e cangaceiros: o papel deste movimento político no Nordeste





Jagunços: nome que se dá, no Nordeste brasileiro, ao indivíduo que prestava ao trabalho para militar de proteção e segurança às lideranças políticas.
Na Bahia o líder dos jagunços Horácio de Matos construiu um governo paralelo ao da capital, envolvendo-se em diversas guerras pelo poder no começo do século XX, sob seu comando um pelotão de jagunços, denominados Batalhão Patriótico Chapada Diamantino veio perseguir e derrotar a Coluna Prestes.
Os jagunços eram criação dos chefes políticos. Desde a monarquia e depois dela, com a república, veio a ser necessário a garantia daquele chefe, que se tornava mais respeitado  pela gentalha e mais desejados pelos governantes.
O jagunço buscava a proteção contra a justiça junto a um chefe político, para quem passava a prestar serviços de peão (plantações e lidar com o gado, entre outras atividades).
No século XIX, diversos relatos demonstram o uso dessas forças particulares nos sertões onde, especialmente pelas grandes distâncias ermas, não alcançavam as forças regulares e estruturas estatais.
De 1880 é o relato do Dr. Teodoro Sampaia, registrando os distúrbios existentes ao largo de diversas comunidades do Rio São Francisco, pelo jagunço Neco.
O jagunço e a quantidade deles à disposição dos chefes políticos era símbolo de status. Muitas vezes, o seu uso prestava-se a auxiliar as mau preparadas e insuficientes forças policiais do Estado.
Uma crise provocada pela proclamação da República, termo largamente utilizado pelo país para definir erroneamente os seguidores de Antonio Conselheiro (1828 – 1897), líder místico da Guerra de Canudos.
Dentre os jagunços que procederam ao comando das batalhas, ao lado dos sertanejos,alguns faziam diretamente a segurança do conselheiro.

O cangaço
Foi um fenômeno ocorrido no Nordeste brasileiro de meados do século XIX ao início do século XX. O cangaço tem suas origens em questões sociais e fundiárias do Nordeste brasileiro.
Caracterizado por ações violentas de grupos ou indivíduos isolados: assaltavam fazendas, sequestravam coronéis (grandes fazendeiros) e saqueavam comboios e armazéns, eles não tinham moradia fixa.
O cangaço pode ser dividido em três subgrupos: os que prestavam serviços esporádicos para os latifundiários; os “políticos”, expressão de poder dos grandes fazendeiros e os cangaceiros independentes, com características de banditismo.
Um famoso cangaceiro foi Lampião. Os cangaceiros conseguiram dominar o sertão durante muito tempo, porque eram protegidos de coronéis, que se utilizavam dos cangaceiros para cobranças de dívidas, entre outros serviços sujos.
Um caso particular foi o de Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas, que agiu no sudeste do Brasil, no início do século XIX, tendo sido considerado justiceiro e honrado por uns e cangaceiros por outros.
No sertão, consolida-se uma forma de relação entre grandes proprietários e seus vaqueiros.
A base desta relação era a fidelidade dos vaqueiros aos fazendeiros. O vaqueiro se disponibilizava a defender (de armas na mão) os interesses do patrão.
Como as rivalidades políticas eram grandes havia muitos conflitos entre as poderosas famílias. E estas famílias se cercavam de jagunços com o intuito de se defender, formando assim verdadeiros exércitos. Porém, chegou o momento em que começaram a surgir os primeiros bandos armados, livres do controle dos fazendeiros.
Os coronéis tinham poder suficiente para impedir a ação dos cangaceiros.

O cangaceiro – Um deles, em especial, Lampião, tornou-se um personagem do imaginário nacional, ora caracterizado como uma espécie de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar ao pobres, ora caracterizado como uma figura pré-revolucionária que questionava a ordem social de sua época e região.
O primeiro bando de cangaceiros que se tem conhecimento foi o de Jesuíno Alves de Melo Calado, “Jesuíno Brilhante”, que agiu por volta de 1870, embora alguns historiadores atribuam a Lucas Evangelista o feito de ser o primeiro a agregar um grupo característico de cangaço, nos arredores de Feira de Santana (em 1828), sendo ele preso junto com a sua quadrilha em 28 de janeiro de 1848 por provocar durante vinte anos assaltos contra a população de Feira. O último grupo cangaceiro famoso, porém, foi o “Corisco” (Cristino Gomes da Silva Cleto), que foi assassinado em 25 de maio de 1940. O cangaço teve o seu fim a partir da decisão do então presidente Getúlio Vargas de eliminar todo e qualquer foco de desordem sobre o território nacional. O regime denominado Estado Novo incluiu Lampião e seus cangaceiros na categoria de extremistas. A sentença passou a ser matar todos os cangaceiros que não se rendessem.
Esses grupos eram integrados, na maioria das vezes, por sertanejos jagunços, capangas e empregados de latifundiários (detentores de grandes propriedades rurais). Esse movimento está diretamente relacionado à disputa da terra, coronelismo, vingança, revolta à situação de miséria no Nordeste e descaso do poder público. Os cangaceiros aterrorizavam as cidades, realizando roubos, extorquindo dinheiro da população, sequestrando figuras importantes, além de saquear fazendas.
Com o fortalecimento do cangaço, as políticas estaduais não conseguiram inibir as ações dos cangaceiros, que eram temidos pela violência e crueldade durante os ataques, sendo necessária a participação da polícia federal. Esse comportamento despertou o respeito e a admiração a vários integrantes do movimento, que eram considerados heróis por parte da população em razão da bravura e audácia. Contudo, vários sertanejos temiam os cangaceiros, demonstrando total oposição aos “bandidos”.





Componentes: Milena, Geise Kelle, Larissa, Geane, Robson e Cleide - 3º/A

OBS: Do grupo apenas Milena tem e-mail para se tornar seguidora do blog, logo, pode colocar a nota dos outros componentes junto com a dela.



Os partidos políticos em Água Fria

Em 2010, surgia em Água Fria mais um novo partido político, o PDT (Partido Democrático Trabalhista), com a concepção de melhorar a educação no município e no país. O presidente Manoel Alves do Santos, ou Manoel Potinha, é quem comanda o PDT, que tem, hoje, em Água Fria, vinte e oito filiados.

Componentes: Iara, Rejane, Maria de Lourdes - 2ºA

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Ficha Limpa

                          RECONHEÇA UM CANDIDATO FICHA LIMPA
 
 
A Lei da Ficha Limpa representa um enorme avanço para a democracia brasileira, estabelece novos paradigmas para a sociedade, porém, para ser posta efetivamente em prática a sociedade tem um papel fundamental e se torna um dos principais fiscalizadores desse processo. Apesar de diversas candidaturas terem sido barradas, muitos candidatos tentam burlar o sistema. Há um enorme esforço do Ministério Público para buscar informações e analisar esses casos. A sociedade deve colaborar, levando ao Ministério Público e a Justiça Eleitoral informações sobre eventuais desrespeitos à Ficha Limpa e a Lei Eleitoral que é muito rigorosa com aqueles que compram votos.

Quando elegemos um candidato colocamos o nosso futuro e o de toda a nossa cidade nas mãos de quem vai nos representar. Cada eleitor é responsável pelo seu voto. A Ficha Limpa é uma conquista da sociedade, que traz esperança de dias melhores, e nós, cidadãos, temos a oportunidade de tornar essa esperança em realidade.

Antes de votar pesquise o passado do candidato e de seu grupo de apoio, assim como suas propostas. Confira baixo algumas dicas que podem ajudar você a reconhecer um bom candidato:

  1. Qual a história de vida do(a) candidato(a) no que se refere à sua atuação social? Quando e em que nível ele(a) já esteve dedicado a alguma ação de interesse público?
  2. O(a) candidato(a) responde a algum processo na justiça? De que tipo? E o grupo que o(a) acompanha?
  3. Quais são as principais linhas programáticas de seu partido? Quais suas figuras públicas mais conhecidas e seus valores ético-políticos?
  4. O(a) candidato(a) tem histórico de contas rejeitadas por irregularidades pelo TCU – Tribunal de Contas da União? 
  5. Como o(a) candidato(a) considera os servidores públicos, sem os quais não administra, e que relação pretende ter com eles, subordinada ao dever maior de sempre a servir à população?
  6. Como o(a) candidato(a) se posiciona em relação aos recorrentes escândalos nacionais de corrupção, e que papel seu partido tem no combate a esses crimes e aos políticos que os cometem?
  7. Quem está financiando a campanha eleitoral do(a) candidato(a), e com que objetivos, considerando que, em geral, empresas não fazem ‘doações’ e sim investimentos? Ainda não sabe?
  8. Como o(a) candidato(a) está desenvolvendo sua campanha: pelo convencimento através de ideias, projetos e causas, buscando o voto de opinião, ou na base da compra de votos, da promessa de emprego, distribuição de cestas básicas, vaga na escola, leito em hospital e outras formas do crime de captação de sufrágio?
  9. Quais as propostas concretas do(a) candidato(a) para as políticas públicas mais importantes na cidade, os recursos e as maneiras de implementá-las?
  10. Como o(a) candidato(a) considera o povo de quem busca o apoio: como massa de manobra, tola, a ser dirigida, ou como cidadania ativa, cuja consciência, informação e participação permanente deve se estimular?


Voto não tem preço, tem consequência.

Valorize o seu voto! Vote pela sua cidade, vote limpo!
 
( Fichalimpa.org.br )
 
Ludimilla Almeida 3ºA

DEMOCRACIA


                       DEMOCRACIA, A REALIDADE

Dizem que a voz do povo é a voz de Deus, a vontade da maioria é a que prevalece e quando um não quer dois não briga, atualmente vivenciamos várias situações em nosso dia a dia que  a necessidade de exercer a democracia se torna cada vez mais indispensável.

Somos seres diferentes e únicos, porém perante a lei a igualdade é uma virtude, o querer e o poder de cada pessoa se diferencia a todo momento, mas na hora de dar o basta na tirania e votar, o voto tem o mesmo valor para cada pessoa.

A ignorância para muitos é o ponto de partida para o conhecimento, mas em um governo onde a ignorância ainda é a venda dos olhos do povo, é o prato cheio para o despotismo e a falta de respeito para com o outro.

 INFELISMENTE AINDA EXISTE GONVERNOS DITADORES EM PLENO SÉCULO XXI,ONDE CIDADÕES SÃO SUBMETIDOS AO VOTO DE CABRESTO,E O DESENVOLVIMENTO TÃO PROMETIDO EM DISCURSOS ESTRÁTEGICOS FICAM APENAS EM PALAVRAS E DEMOCRACIA SE TORNA APENAS UM ENFEITE.
É NECESSÁRIO A SOCIEDADE,O POVO TER CEDE DE MUDANÇA,CONHECIMENTO E SABER VALORIZAR O SEU PODER DE ESCOLHA,PARA TORNAR SEU MEIO DE VIVÊNCIA MAIS HABITAVÉL



Ludimilla Almeida 3ºA, Rafael Azevedo 2ºB

Central Única dos Trabalhadores

Componentes: Claudia de Jesus, Geisiane, Geovane, Helivelton, Igor, Leandra, Maria Lídice e Maria Nilza. 3º/A






Sua Origem

Central Única dos Trabalhadores (CUT) é uma organização sindical brasileira, fundada em 28 de agosto de 1983 na cidade de São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo, durante o Primeiro Congresso Nacional da Classe Trabalhadora. Historicamente relacionada com o Partido dos Trabalhadores, da atual Presidente da República Dilma Rousseff, participando das greves sindicais dos anos 80 no Grande ABC, principalmente no município de São Bernardo do Campo. É característica da Central Única dos Trabalhadores, sua têndencia em oposição ao chamado "Velho Sindicalismo" praticando com Getúlio Dornelles Vargas do Partido Trabalhista Brasileiro, considerado a integração entre os sindicatos e o Ministério do Trabalho, baseado na Carta del Lavoro da Itália Fascista, reivindicando o Novo Sindicalismo indepentente do Governo Federal, completando-se em 1º de Maio de 2008 30 anos, democrático e socialista.
A CUT é a maior central sindical da América Latina e a 5.ª maior do mundo, estando presente em todos os ramos de atividade econômica.
Segundo os dados de março de 2004 somava: 3326 - Entidades Filiadas 7.468.855 - Trabalhadoras e Trabalhadores Associados 22.487.987 - Trabalhadoras e Trabalhadores na Base

Princípios

A CUT defende a liberdade e autonomia sindical com o compromisso e o entendimento de que os trabalhadores têm o direito de decidir livremente sobre suas formas de organização, filiação e sustentação financeira, com total
independência frente ao Estado, governos, patronato, partidos e agrupamentos políticos, credos e instituições religiosas e a quaisquer organismos de caráter
programático ou institucional.

Para a Central, as lutas da classe trabalhadora são sustentadas pela unidade a partir da vontade e da consciência política dos trabalhadores.


Estrutura

A CUT se organiza em dois níveis:

Organização Horizontal:

Além da estrutura nacional, a CUT está organizada em todos os 26 estados e no Distrito Federal: CUTs estaduais.

Organização Vertical:

Organizações sindicais de base e entidades sindicais por ramo de atividade econômica: sindicatos, federações e confederações.

A Central também conta com organismos para o desenvolvimento de políticas específicas e assessoria: Agência de Desenvolvimento Solidário (ADS), Instituto Observatório Social (IOS), Instituto Nacional de Saúde no Trabalho (INST), além de sete Escolas Sindicais e uma Escola de Turismo e Hotelaria.

Tempos Difíceis

De 1964 a 1985 perdurava no Brasil o regime militar, caracterizado pela falta de democracia, supressão dos direitos constitucionais, perseguição política, repressão, censura e tortura. Porém, no final da década de 1970 e meados dos anos 1980 inicia-se no país um amplo processo de reestruturação da sociedade. Este período registra, ao mesmo tempo, o enfraquecimento da ditadura e a reorganização de inúmeros setores da sociedade civil, que voltam aos poucos a se expressar e a se manifestar publicamente, dando início ao processo de redemocratização.
surge a CUT.

Neste cenário de profundas transformações políticas, econômicas e culturais, protagonizadas essencialmente pelos movimentos sociais, surge o chamado “novo sindicalismo”, a partir da retomada do processo de mobilização da classe trabalhadora. Estas lutas, lideradas pelas direções sindicais contrárias ao sindicalismo oficial corporativo, há muito estagnado, deram origem à Central Única dos Trabalhadores, resultado da luta de décadas de trabalhadores e trabalhadoras
do campo e da cidade pela criação de uma entidade única que
os representasse.

O nascimento da CUT como organização sindical brasileira representa mais do que um instrumento de luta e de representação real da classe trabalhadora, um desafio de dar um caráter permanente à presença organizada de trabalhadores e trabalhadoras na política nacional.

Compromissos

O fortalecimento da democracia, o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho são marcos estratégicos da CUT. A luta pela universalização dos direitos, bandeira histórica, é cotidianamente reafirmada com a participação ativa da Central na construção de políticas públicas e afirmativas de vários setores e segmentos da sociedade, com destaque para mulheres, juventude, pessoas com deficiência física, saúde, combate à discriminação racial, idosos, entre outras. Estas ações têm garantido e ampliado a participação da CUT em conselhos, mesas de negociação e fóruns públicos, espaços que tem ocupado com contribuições decisivas.

No campo da solidariedade internacional, a CUT tem trabalhado no desenvolvimento de estratégias conjuntas para o enfrentamento de políticas neoliberais - de privatização, de concentração de capital e altos lucros - que ferem a soberania nacional e proliferam práticas especulativas, resultando na precarização das condições e relações de trabalho.

Na área do desenvolvimento solidário, as ações da CUT visam promover a inclusão social, por meio de novos referenciais de geração de trabalho e renda, e de alternativas de desenvolvimento.

Esses processos são articulados à formação e capacitação a partir da concepção de Educação Integral e seu papel emancipador, conceito defendido pela Central.

     Importância nos embates piliticos do Pais

  Já Sérgio Nobre falou sobre a metodologia do planejamento que esta sendo estabelecido pela Central, onde todos os dirigentes presentes avaliaram como um avanço, na medida que envolve os atores internos, mas também os atores da sociedade que, de alguma maneira, se relacionam à CUT.

“Fizemos uma apresentação da estratégia da Política Nacional de Formação para o próximo período, englobando um debate mais geral sobre a gestão do financiamento e da própria metodologia de formação da CUT. Comprendemos que o Plano Nacional que vamos implementar agora tem um caráter provisório, porque após o planejamento da Executiva Nacional, que será realizado em novembro, outros elementos  e questões serão agregadas, com ações que provoquem maior integração entre os atores políticos da Central, a relação com as escolas, com as secretarias estaduais, as secretarias nacionais dos ramos, promovendo um espaço de intervenção mais articulado”, destacou José Celestino Lourenço, o Tino, secretário de Formação da CUT.
Estabelecer e aprofundar as relações com as outras políticas da CUT, como juventude, racial, gênero e comunicação são outras demandas da Política Nacional de Formação. Rosane Bertotti, secretária nacional de Comunicação da CUT, lembrou que o principal desafio continua sendo a articulação nacional, mas que é necessário potencializar a relação com os ramos e com as estaduais. “E isso passa diretamente pela formação. Por isso, estamos debatendo a criação de um programa de formação em Comunicação que dialogue com a politica e com a nossa concepção pedagógica. Seria um curso presencial e a distância aprofundando o debate sobre os processos e convergência tecnológica”, descreveu.

“Este Plano de Formação em Comunicação será fundamental para fortalecer nossa intervenção no debate sobre a democratizção dos meios no Brasil”, complementou Tino.





Fome Zero

Colegio Estadual João Durval Carneiro
Alunos:Elton, Anderson, Sival,Carlos, Caroline, Debson, Vanessa, Messias          1ºC  Vespertino

Fome Zero

Programa Fome Zero
Descrição: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/c5/LulaAndBonoVox.jpeg/220px-LulaAndBonoVox.jpeg
Descrição: http://bits.wikimedia.org/static-1.20wmf11/skins/common/images/magnify-clip.png
Bono, vocalista do U2, se encontra com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele doou uma guitarra para o Fome Zero.
Fome Zero é um programa do governo federal brasileiro que foi criado em 2003, em substituição ao Programa Comunidade Solidária. Que fora instituído pelo Decreto n. 1.366, de 12 de janeiro de 1995, para o enfrentamento da fome e da miséria. Até dezembro de 2002, o Programa Comunidade Solidária esteve vinculado diretamente à Casa Civil da Presidência da República, e foi presidido pela então primeira-dama do país.[1]
O Programa Fome Zero foi criado para combater a fome e as suas causas estruturais, que geram a exclusão social e para garantir a segurança alimentar de todos os brasileiros e brasileiras em três frentes: um conjunto obtacional de políticas públicas; a construção participativa de uma Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional; e um grande mutirão contra a fome, envolvendo as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) e todos os ministérios. De acordo com o site do programa, no Brasil existem 44 milhões de pessoas ameaçadas pela fome.
O Programa Fome Zero consiste num conjunto de mais de 30 programas complementares dedicados a combater as causas imediatas e subjacentes da fome e da insegurança alimentar, implementados pelo ou com o apoio do Governo Federal.

Críticas

Em 2003, David de Ferranti, o representante do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe, criticou o programa, alegando a falta de um "objetivo claro" e também dizendo ao mesmo tempo que o governo "não combatia a pobreza e desigualdade social". Ele também criticou a doação de dinheiro, e a distribuição e recolhimento dos alimentos. Não obstante essas declarações de David de Ferranti, em fevereiro de 2003 a Diretoria do Banco Mundial aprovou o primeiro Empréstimo Programático de Reforma do Setor de Desenvolvimento Humano, no valor de US$505 milhões, para o Brasil, ocasião em que Vinod Thomas, Diretor do Banco Mundial para o Brasil, declarou: ""O Brasil está fazendo uma das maiores experiências da história ao executar um programa social ousado, com responsabilidade social, num ambiente internacional extraordinariamente difícil. Este empréstimo é uma das diversas formas pelas quais o Banco Mundial apóia essas iniciativas".
Fome Zero é considerado, pela oposição e pela mídia de orientação direitista, como um fracasso, devido a uma alegada falta de habilidade do governo para controlar o programa. Um deputado federal chegou a dizer, em março de 2005, que o programa seria um "fracasso", citando a morte de várias crianças indígenas devido à má nutrição na cidade deDourados, Mato Grosso do Sul, como exemplo.[5] O programa Fome Zero não deu certo e foi extinto, e por isso costuma ser citado como um dos principais fracassos da administração Lula.

Projeto Fome Zero (2000-2001)

O Fome Zero apresenta uma proposta para combater a fome, a miséria e suas causas estruturais, que geram a exclusão social. Ele foi concebido para garantir a segurança alimentar de todos os brasileiros e brasileiras. Ter segurança alimentar significa que todas as famílias tenham condições de se alimentar dignamente com regularidade, quantidade e qualidade necessárias à manutenção de sua saúde física e mental.
Dezenas de especialistas em diversas áreas do conhecimento, ligadas de alguma forma ao combate à fome, como nutricionistas, agrônomos, geógrafos, economistas, especialistas em saúde pública e outros profissionais e representantes de organizações sociais, foram convidados pelo Instituto a contribuir para enfrentar conjuntamente o problema da fome no país, que atinge milhões de brasileiros. A Fundação Djalma Guimarães foi parceira neste projeto.
A equipe técnica foi coordenada pelos professores José Graziano da Silva, Walter Belik e Maya Takagi, do Núcleo de Economia Agrícola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), realizando amplos seminários em várias regiões do Brasil. O documento “Uma proposta de política de segurança alimentar para o Brasil”, com diretrizes concretas para erradicar a fome no nosso país, foi apresentado à sociedade em 16 de outubro de 2001, Dia Mundial da Alimentação.
O Projeto Fome Zero deu origem ao programa federal de segurança alimentar e combate à fome, hoje distribuído por vários ministérios e aglutinado no Bolsa Família.
Fome e Desenvolvimento                    

O diagnóstico é dramático: a fome e a insegurança alimentar no Brasil não são causadas pela falta de alimentos. O problema é a falta de dinheiro para a compra dos alimentos. Por falta de recursos, dezenas de milhões de pessoas não têm acesso a uma alimentação adequada.
O Programa Fome Zero parte do princípio de que a pobreza não é algo furtivo, ocasional, mas sim o resultado de um modelo perverso de desenvolvimento que tem levado à crescente concentração de renda e ao desemprego. Essa situação produz o círculo vicioso da fome.
A fome é causa e conseqüência da pobreza e passa de uma geração a outra. Mulheres desnutridas geram crianças que nascem com peso abaixo do normal, mais vulneráveis às doenças e sujeitos à morte prematura; crianças subnutridas têm dificuldade de aprendizado.
O impacto da fome quanto às políticas voltadas para promoção da saúde, da educação, da segurança pública, do trabalho, da infância e da juventude, entre outros, é cruel: impede o desenvolvimento do país e acentua desigualdades.

Além de alimentação, o que mais o Programa Fome Zero vai abranger?

O Programa Fome Zero vai abranger, além das ações emergenciais no combate à fome e à pobreza, um conjunto de políticas voltadas para tratar as suas causas, como por exemplo : geração de emprego e renda, incentivo à agricultura familiar, reforma agrária, programas de convivência com a seca e programa de alfabetização. Qual é a origem dos recursos para o Programa Fome Zero?
Recursos orçamentários próprios do Governo Federal da ordem de 1,8 bilhão para o ano de 2003, doações de pessoas físicas ou jurídicas, nacionais ou estrangeiras e projetos de cooperação internacional.

Quais são as frentes de atuação do Programa Fome Zero?

As frentes de atuação são divididas em três grupos de ações que se complementam. São elas:
  • Mutirão Nacional contra a Fome: Campanha para a doação de alimentos e dinheiro e formação de grupos voluntários para combater a fome no país.
     
  • CONSEA – Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que discutirá sobre as propostas de políticas de Segurança Alimentar, com representação da sociedade civil e do governo.
     
  • Um conjunto de políticas públicas a serem implantadas ao longo dos 4 anos de Governo, coordenado pelo MESA - Ministério da Segurança Alimentar e Combate à Fome .
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   Quais são as Políticas Estruturais do Programa Fome Zero?
·         Geração de emprego e renda;
·         Previdência Social Universal;
·         Incentivo à agricultura familiar;
·         Reforma Agrária;
·         Bolsa-Escola e Renda Mínima;
·         Atenção básica à saúde.




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