domingo, 29 de abril de 2012

AVISO

Caros alunos,
fiz uma postagem referente aos movimentos de contracultura, em meu blog, para incebtivá-los à pesquisa e, posteriormente, postagens interessante neste Blog de Humanas do Colégio Estadual João Durval Carneiro.
Abraços,
Mônica F. dos Santos

sexta-feira, 27 de abril de 2012

PROJETO DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM SOCIOLOGIA, MEDIADO PELA PROFESSORA MÔNICA FERREIRA DOS SANTOS - OS MOVIMENTOS CULTURAIS DA JUVENTUDE NOS ANOS 60, PARA AS TRUMAS DO TERCEIRO ANO MATUTINO E VESPERTINO

ATENTANDO PARA A PROPOSTA CURRICULAR ENVIADA PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA E DISCUTIDA DURANTE A JORNADA PEDAGÓGICA, FAREI REALIZAR ESTUDOS SOBRE OS MOVIMENTOS CULTURAIS DA JUVENTUDE NOS ANOS 60, ENFOCANDO ASPECTOS LIGADOS A POLÍTICA, ECONOMIA, CULTURA E CONTRACULTURA, PODER, IDEOLOGIA, REVOLUÇÃO, TRABALHO, MOVIMENTOS SOCIAIS, E MANIFESTAÇÕES ARTÍSTICO-CULTURAIS : DANÇA, MÚSICA, TEATRO, LITERATURA, ARTES PLÁSTICAS, CINEMA, ARTESANATO, ENTRE OUTROS.
O TRABALHO SERÁ DESENVOLVIDO POR MEIO DE PESQUISAS, LEITURAS, DEBATES E SE EFETIVARÁ DURANTE TODA A SEGUNDA UNIDADE LETIVA DO COLÉGIO ESTADUAL JOÃO DURVAL CARNEIRO, COM ESTUDANTES DOS TERCEIROS ANOS MATUTINO E VESPERTINO, CULMINANDO EM APRESENTAÇÕES COM MESAS REDONDAS, SEMINÁRIOS E NÚMEROS DE ARTE, CONFORME OS CITADOS ACIMA, NO FINAL DA REFERIDA UNIDADE.
TAL PROJETO SERÁ AVALIADO DURANTE TODO O PROCESSO E VALERÁ COMO NOTA QUALITATIVA, CUJO VALOR A SER ATRIBUÍDO SERÁ NOTA ATÉ 6.0.
DESEJO, PORTANTO, QUE TODOS PARTICIPEM COM ENTUSIASMO E APROVEITO O ENSEJO PARA CONVIDAR OS DEMAIS COLEGAS DE TRABALHO DO COLÉGIO PARA PRESTIGIAREM OS TRABALHOS DOS ESTUDANTES, ACOMPANHANDO-OS EM SUA FASE FINAL E AQUI, NESTE BLOG.
MÔNICA FERREIRA DOS SANTOS - PROFESSORA DE SOCIOLOGIA
Música:O homem que faz a guerra

Filosofia

O homem fez a guerra quase explodiu a terra.
O homem poluiu o ar de toda atmosfera.
Quase acabou com tudo e se achou o dono do mundo.
Não importa se os pais de família.
Não importa se  os pais de família viram defuntos[...]
O homem que faz a guerra não tem tempo de fazer amor...





 Banda cidade negra


Componentes: Ademir,Alcione,Anailson,Arilma,Caio,Camila,Daiane,Daniele,
Demisson,Edivaldo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

BBC - A História da Rede Globo - Doc. Proibido no Brasil

Sociologia


Primeira parte de um documentário que mostra a história da Rede Globo.


Documentário mostra o lado obscuro da Rede Globo destacando algumas artimanhas que colocaram a emissora como uma das mais poderosas do planeta.
O documentário mostra as relações estreitas que a Globo levava com a ditadura militar, mostra também as práticas de manipulação jornalística na cobertura de fatos, como por exemplo, a 1º manifestação das "Diretas Já" em que o "Jornal Nacional" mostrava a aglomeração na Praça da Sé como sendo uma comemoração do aniversário de São Paulo, e não como um movimento pelo fim da ditadura.

Mostra também o envolvimento da Rede Globo na tentativa de fraude nas eleições de 1982 para impedir a vitória de Brizola no Rio de Janeiro e como a rede também manipulou a edição do debate das eleições de 1989, favorecendo ao candidato Collor e evitando o resultado que apontava Lula como vencedor. Mostra também como a Globo destruiu a que seria sua grande concorrente, a TV Jovem Pan, acabando com a sua parceira, a NEC.
Há depoimentos de várias personalidades, como Chico Burque, Leonel Brizola e Lula, entre outros.

A Rede Globo tentou impedir a veiculação do documentário no Reino Unido, mas não conseguiu, depois disso tentou comprar seus direitos autorais, mas também não teve sucesso. O governador de São Paulo, Fleury, demitiu o diretor do Museu da Imagem e do Som, que ousou apresentar o documentário em numa sessão.
Finalmente, conseguiu que o documentário fosse proibido no país. Mas a Internet veio a frustrar essa proibição. Hoje, mais de 700.000 downloads já aconteceram só no Youtube e no Google Video, sem falar nos outros meios, como Torrent, etc.
(Sinopse original do docverdade)


Geane, Larissa e Milena, 3ºA


A definição de ação social de Max Weber



Para Max Weber, pode ser dividida em quatro ações fundamentais e é função do sociólogo compreendê-las
Para Max Weber, pode ser dividida em quatro ações fundamentais e é função do sociólogo compreendê-las
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Na visão de Max Weber, a função do sociólogo é compreender o sentido das chamadas ações sociais, e fazê-lo é encontrar os nexos causais que as determinam. Entende-se que ações imitativas, nas quais não se confere um sentido para o agir, não são ditas ações sociais. Mas o objeto da Sociologia é uma realidade infinita e para analisá-la é preciso construir tipos ideais, que não existem de fato, mas que norteiam a referida análise.
Os tipos ideais servem como modelos e a partir deles a citada infinidade pode ser resumida em quatro ações fundamentais, a saber:
1. Ação social racional com relação a fins, na qual a ação é estritamente racional. Toma-se um fim e este é, então, racionalmente buscado. Há a escolha dos melhores meios para se realizar um fim;
2. Ação social racional com relação a valores, na qual não é o fim que orienta a ação, mas o valor, seja este ético, religioso, político ou estético;
3. Ação social afetiva, em que a conduta é movida por sentimentos, tais como orgulho, vingança, loucura, paixão, inveja, medo, etc., e
4. Ação social tradicional, que tem como fonte motivadora os costumes ou hábitos arraigados. (Observe que as duas últimas são irracionais).
Para Weber, a ação social é aquela que é orientada ao outro. No entanto, há algumas atitudes coletivas que não podem ser consideradas sociais. No que se refere ao método sociológico, Weber difere de Durkheim (que tem como método a observação e a experimentação, sendo que esta se dá a partir da análise comparativa, isto é, faz-se a análise das diversas sociedades as quais devem ser comparadas entre si posteriormente). Ao tratar os fatos sociais como coisas, Durkheim queria mostrar que o cientista precisa romper com qualquer pré-noção, ou seja, é necessário, desde o começo da pesquisa sobre a sociedade, o abandono dos juízos de valores que são próprios ao sociólogo (neutralidade), uma total separação entre o sujeito que estuda e o objeto estudado, que também pretendem as ciências naturais. No entanto, para Weber, na medida em que a realidade é infinita, e quem a estuda faz nela apenas um recorte a fim de explicá-la, o recorte feito é prova de uma escolha de alguém por estudar isto ou aquilo neste ou naquele momento. Nesse sentido, não há, como queria Durkheim, uma completa objetividade. Os juízos de valor aparecem no momento da definição do tema de estudo.
Assim foi o seu conviver com a doutrina protestante que influenciou Weber na escrita de “A ética protestante e o espírito do capitalismo”. Para esse teórico, é apenas após a definição do tema, quando se vai partir rumo à pesquisa em si, que se faz possível ser objetivo e imparcial.
Compare-se Durkheim e Weber, agora do ponto de vista do objeto de estudo sociológico. O primeiro dirá que a Sociologia deve estudar os fatos sociais, que precisam ser: gerais, exteriores e coercitivos, além de objetivos, para esta ser chamada corretamente de “ciência”. Enquanto o segundo optará pelo estudo daação social que, como descrita acima, é dividida em tipologias. Ademais, diferentemente de Durkheim, Weber não se apoia nas ciências naturais a fim de construir seus métodos de análises e nem mesmo acredita ser possível encontrar leis gerais que expliquem a totalidade do mundo social. O seu interesse não é, portanto, descobrir regras universais para fenômenos sociais. Mas quando rejeita as pesquisas que se resumem a uma mera descrição dos fatos, ele, por seu turno, caminha em busca de leis causais, as quais são suscetíveis de entendimento a partir da racionalidade científica.

Grupo: Sinfonia da Vida.
Paulo Henrique Santos Batista 1B
Sociologia e Filosofia

                                                      Mito
  Uma ativa de caráter simbolico, relaciona a uma dada cultura.O mito procura expliocar a relaidade,os fenomenos naturais,as origens do mundo e do homem por meio de deuses,semi-deuses e herois.
 Ao mito esta associado o rito,que é um modo de se por em ação,o mito na vida do homem-cerimônias,dança,orações e sacrificios.
 Como diz Fernando Pessoa"-O mito é nada que é tudo".
                                                                                            The Brothers.

Filosofia


Filosofia

Noel Rosa

O mundo me condena, e ninguém tem pena 
Falando sempre mal do meu nome 
Deixando de saber se eu vou morrer de sede 
Ou se vou morrer de fome 
Mas a filosofia hoje me auxilia 
A viver indiferente assim
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim
Não me incomodo que você me diga 
Que a sociedade é minha inimiga 
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo
Quanto a você da aristocracia 
Que tem dinheiro, mas não compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia.
grupo: espaço do conhecimento.
leonardo da silva gomes 1B