quarta-feira, 15 de maio de 2013

Ser cidadão - texto solicitado pela professora de Sociologia, cujo tema foi Direitos Humanos e Cidadania



  Ser cidadão é ter nossos direitos respeitados e ter um papel na sociedade independente da nossa cor, raça, religião ou classe social, pois quando uma pessoa que tem uma boa aparência, em nossa sociedade, tem seus direitos mais facilmente reconhecidos; já aqueles que não tem aparência física ou  condição financeira estável ou melhor, sofrem mais discriminações, mas também tem seus devidos direitos perante a lei e a sociedade. Todos os cidadãos tem direito de lutar e garantir por todos os seus direitos que a sociedade possa lhe garantir.
 Eu me considero um cidadão, pelo fato de fazer parte da sociedade, e eu não quero saber qual será a opinião dos outros ao meu respeito , pois eu estou fazendo o meu papel na sociedade, que é garantir quais são os meus direitos. Mas nunca eu vou agradar a todos ,por isso eu não ligo as opiniões dos demais ao meu respeito.
  No sentido amplo do conceito eu não me considero um cidadão(literalmente)  , pois a maioria das outas pessoas não nos vêem  como uma pessoa que tem os direitos iguais perante a lei na sociedade;mas sim nos vêem como mais uma insignificante pessoa, pois os mesmos levam em conta classe social, cor, religião dentre outros fatores.

ALUNO DO 2°A VESPERTINO:
LUCIANO REIS

Ser cidadão - texto produzido a partir do tema estudado em Sociologia: Direitos Humanos e Cidadania

   Ser cidadão é a plenitude dos direitos civis, políticos e sociais no Brasil .A cidadania hoje é lutar pelos nossos direitos e deveres para poder conseguir o que queremos.Sei que para sermos cidadãos devemos acolher  crianças, idosos, adolescentes pois eles precisam gozar de todos os direitos fundamentais inerentes a pessoa humana sem prejuízo e dar toda proteção que necessitarem. Cidadania é ter o direito de ir,vir sem ter medo de errar e ficar com nossa consciência limpa.
  Antes, mulheres não tinham o direito de votar,viviam sobre o domínio de pais,de maridos.Negros não tinham liberdade de trabalhar em certos lugares,pois os negros faziam trabalho escravo. Hoje nós temos o direito de escolher o que fazer pois somos cidadãos livres, todos iguais mesmo, sendo de raça e gênero diferente.

   ALUNO(A) DO 2°A VESPERTINO:
   LUZINETE ARAUJO

Relatorio sobre pesquisa de campo com os idosos-Sociologia

  

Nesse relatório apresentamos os depoimento de alguns idosos sobre o que eles acham dos seus direitos,e se são realmente cumpridos na nossa sociedade ou não.Alguns responderam que nem sempre  seus direitos são realmente cumpridos,e que, por serem  pessoas idosas deveriam ter prioridade nos seus atendimentos. Muitos acham que os mais jovens não respeitam os mais velhos o que demostra um ato de irresponsabilidade e imaturidade,pois a maioria dos adultos se comportam de uma forma que, quando  paramos para pensar , é pior do que uma criança ou adolescente, por causa de sua falta de educação e desrespeito com os idosos.
   Muitos dos idosos responderam que nos postos de saúde e demais lugares não são bem-tratados, pois os jovens de hoje não estão se importando com a idade das pessoas, e também que os atendimentos médicos e de enfermagem são de má qualidade, pois os funcionários tratam-nos como uma pessoa qualquer e sem respeito ou consideração pela idade deles.

ALUNOS DO 2° A VESPERTINO.

LUCIANO,ROSILENE,KARINA,JESSICA,JOELSON,LUCIENE,ELENICE,CASSIANA,UESLANE,REINALDO.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Entrevista sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente: pesquisa de campo. na disciplina Sociologia. 2º A Matutino

Entrevista com  a professora Valdete Cunha.
Componentes: Elton, Kalena, Kauiza, Maria Vitória, Taiene, Pedro, Lucas
Entrevista com uma família do município de Água Fria- zona - urbana, sobre o ECA, atividades mediadas pela professora Mônica Ferreira dos Santos.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Despedindo-nos de 2012

DESEJO A TODOS OS ALUNOS, PROFESSORES, FUNCIONÁRIOS, PAIS DO COLÉGIO ESTADUAL JOÃO DURVAL CARNEIRO, UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO REPLETO DE APRENDIZAGENS BOAS E FELIZES, AO TEMPO EM QUE AGRADEÇO A TODOS QUE DURANTE ESTE ANO LETIVO DESAFIARAM AS DIFICULDADES PARA AJUDAR NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESCOLA DE QUALIDADE E UM ENSINO SIGNIFICATIVO.
QUE 2013 SEJA UM ANO PRODUTIVO EM DESAFIOS E SUPERAÇÃO DE PROBLEMAS, INSTIGADOR DE NOVAS E MELHORES PRÁTICAS E PRÓSPERO EM CONQUISTAS.
                                           MÔNICA FERREIRA DOS SANTOS.
                                             ÁGUA FRIA, 10.12.2012

terça-feira, 16 de outubro de 2012


Era Vargas


Getúlio Vargas governou o Brasil durante quinze anos, de 1930 a 1945. Estes anos são conhecidos como a Era Vargas e suas características são as diversas alterações que o então presidente realizou no país nos setores sociais e econômicos.
Até o começo da década de 30, a República Velha vigorava no Brasil, ou seja, o país possuía uma centralização de poder entre os partidos políticos, além da economia cafeeira e a aliança política entre São Paulo e Minas Gerais, conhecida como “café com leite” (a presidência era revezada por presidente mineiro e paulista).
O presidente da época,Washington Luis deveria indicar um mineiro para o cargo, porém apoiou Júlio Prestes, o que causou a conhecida revolta armada, já que a Aliança Liberal afirmava que tudo era uma fraude eleitoral. A situação ficou ainda mais crítica quando o vice-presidente de Getúlio Vargas, João Pessoa foi assassinado no Recife, Pernambuco. Aproveitando destes incidentes, os getulistas nao perderam tempo em culpar seus opositores sem provas. No final do mesmo anos, com a ajuda do exército o poder foi passado para Getúlio.
Vargas usou políticas de modernização, criou novos ministérios (Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio e o Ministério da Educação e Saúde), deu segmento a política de valorização do Café, o PVC, criou o Conselho Nacional do Café e o Instituto do Cacau e a Lei da Sindicalização, cujos sindicatos eram vinculados indiretamente ao presidente.
Um ano depois, um passo ousado de Getúlio quase colocou tudo a perder, ele tinha a intenção de derrubar a Constituição Brasileira, o que deixou a classe média paulista irritada. Para piorar a situação quatro soldados paulistas: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo, foram assassinados e então a sociedade passa a apoiar a causa constitucional.
No dia 9 de julho, a revolução acontece, sendo que os paulistas tinham apoio do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. O presidente então isola São Paulo, que sem outra opção se rende. É então aprovada a Constituição de 1934 que passa a ter o voto secreto, o voto feminino, ensino primário obrigatório e diversas leis trabalhistas.
Três anos mais tarde, devido aos documentos do Plano Cohen, Vargas conseguiu realizar o Golpe de 1937 derrubando a Constituição e declarando o Estado Novo. O presidente fechou o Congresso Nacional, criou o Tribunal de Segurança Nacional, centralizou o poder e acabou com a liberdade partidária.
Getúlio Vargas saiu do governo após sofrer um golpe militar no dia 29 de outubro de 1945. No mesmo ano foram feitas eleições livres, e ele foi eleito senador. No ano de 1951, ele voltou a presidência através de voto popular e em 1954, o Atentado na Rua Tonelero colocou tudo a perder. Depois de ser pressionado, Vargas se suicidou no dia 24 de agosto de 1954.


Maria Lelis dos Santos 1 A Matutino

Política, educação, democracia - vídeo Haiti - Gilberto Gil

3 C
Eliete, Luana, Joelma Santos